domingo, 23 de setembro de 2012

Claudio Cupertino em visita ao Museu do Louvre

Claudio Cupertino em visita ao Museu do Louvre, ao lado do Quadro "Mona Lisa" pintado por Leonardo Da Vinci, Paris.
Mona Lisa é a mais notável e conhecida obra de Leonanrdo Da Vinci. A pintura a óleo sobre madeira de álamo encontra-se exposta no Museu do Louvre, em Paris.
Sua pintura foi iniciada em 1503 e foi  nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato. O quadro representa uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo. Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso e valioso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos. Muitos historiadores da arte desconfiavam de que a reverência de Da Vinci pela Mona Lisa nada tinha a ver com sua maestria artística. Segundo muitos afirmavam devia-se a algo muito bem mais profundo: uma mensagem oculta nas camadas de pintura. Se observarem com calma verá que a linha do horizonte que Da Vinci pintou se encontra num nível visivelmente mais baixo que a da direita, ele fez com que a Mona Lisa parecer muito maior vista da esquerda que da direita. Historicamente, os conceitos de masculino e feminino estão ligados aos lados - o esquerdo é feminino, o direito é o masculino.
A pintura foi trazida da Itália para França pelo próprio Leonardo, em 1506, quando este foi convidado pelo rei Francisco I de França para trabalhar na sua corte. Francisco teria então comprado a pintura, que passou a estar exibida em Fontainebleau e, posteriormente, no Palácio de Versailles.
Só após a Revolução Francesa, o quadro foi exposto no Museu do Louvre, onde se conserva até hoje.

Claudio Cupertino no Museu do Louvre, Paris

Claudio Cupertino ao lado da Vênus de Milo, no Museu do Louvre, Paris, França.

Estátua da Grécia Antiga, pertencente ao acervo do Museu do Louvre, situado em Paris, França.
A história de sua descoberta em 1820 na ilha de Milo, então parte do Império Otomano, e a forma como perdeu o
s braços, foram narradas pelas fontes primitivas em versões contraditórias que nunca puderam ser totalmente esclarecidas, mas depois de sua aquisição pela França, foi imediatamente exposta no Louvre, oficialmente como uma obra-prima de maior prestigio geração da clássica e atribuída ao círculo de Praxíteles, tornando-se uma celebridade instantânea e um motivo de orgulho nacionalista.